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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Jan Ullrich de volta na bike!!!

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O Alemão que é considerado o eterno rival de Lance Armstrong, envolvido em um polêmico caso de doping, abandonou o ciclismo em 2006 e ainda aguarda o julgamento do caso.

Mas a notícia não é esta… isso é historia… a notícia é que “Der Jan” está de volta na bike!

Contratado como embaixador do Granfondo Colnago, ele esteve em Miami, para o primeiro evento da série.

Entrevistado fez varias reflexões sobre sua trajetória:

  • Depois do ciclismo, passei algum tempo com a família e com os amigos para me distanciar das coisas e fazer uma transição para minha nova vida. A cerca de um ano voltei a pedalar minha bike um pouco e quero voltar a ser ativo no esporte (descrevendo os últimos anos depois da aposentadoria)
  • Quero fazer esporte (ciclismo) de novo, é a minha vida. Eu gosto de andar e quero combinar isso compartilhando minha experiencia. Eu gosto de fazer outras pessoas interessadas nisso e compartilhando os benefícios mentais e físicos do ciclismo com elas.
  • O Tour foi a maior coisa de todas. Estar sob pressão por três semanas e então pedalar nos Champs Elysees usando a camisa amarela. Só aí que acreditei realmente que havia ganhado o Tour de France. (sobre sua carreira, considerando o Tour mais importante que a Medalha Olímpica)

Ele ainda aprecia o Tour de France e Alberto Contador é seu atleta favorito e aposta nele e nos irmãos Schleck como possíveis ganhadores.

Além deste evento Jan participou da prova “Giro delle Dolomiti” em julho e pelo visto vai prestigiar varias provas amadoras pela Europa.

Bacana hein??? como fãs de Ullrich ficamos muito contentes com seu retorno a bike! E você? o que acha? deixa seu comentário aí em baixo!

Conselho de Mestre – Schleck devia focar no Giro e nao no Tour!

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Eddy Merckx em entrevista a Gazzetta dello Sport declarou que acredita que Andy Schleck devia investir mais no Giro d’Italia, onde tem chances reais de levar a taça que terminar novamente em segundo no Tour.

A rota do Tour este ano tem quaase 100km de contra-relógio e menos chegadas em subida como foi em 2011, o que coloca Andy em desvantagem contra Evans (BMC) e Wiggins (Sky). Em 2012, a roda do Giro será mais leva que as ediçoes anteriores mas terá 6 chegadas em montanha e “somente” 72km de contra-relógio.

Schleck ja correu o Giro em 2007 teminou em segundo atraz de Danilo Di Luca e levou a camisa branca de lider sub 23.

Ele declarou a apresentação do Tour mẽs passado que vai ter que trabalahr bastante no contra-relogio este ano e por isso o Giro lhe cai melhor.

Merckx vê Schleck em mehores mãos agora com Bruyneel dirigindo o time Leopard-Trek numa fisão com o time RadioShack.

“Com Bruyneel ele nao vai comenter os mesmos erros táticos que lhe custaram o Tour este ano. Como quando ele tentou vencer Contador no Galibier ao invéz de dar tudo em Alpe d’Huez” disse Merckx.

Bruyneel está aberto a ideia de Andy disputar o Giro, “Por que não? disse ele a Tv Belga RTBF na apresentação do Tour.

Regras de etiqueta nas ciclovias

Movimentos bruscos e ultrapassagens arriscadas são gafes que podem levar a acidentes

Basta sair o sol nos fins de semana que as bicicletas saem às ruas. Estruturas como a ainda tímida malha cicloviária da cidade de São Paulo lotam. As bicicletas, frequentes em parques como o Ibirapuera e o Villa-Lobos, tomaram as ruas quando iniciativas como a Ciclofaixa de Lazer, interligando parques da cidade de São Paulo, passaram a funcionar. O fluxo de ciclistas é enorme: são mais de dez mil pessoas pedalando nos 45 quilômetros a cada domingo de sol.

Outras estruturas como a Ciclovia Marginal Pinheiros e a malha de ruas que forma a Ciclo Rota de Lazer também lotam nos fins de semana e feriados. Por serem regiões com sinalização que torna a bicicleta mais visível para motoristas, costumam ser as preferidas para os iniciantes, além de caminhos naturais para quem já usa a bike para se locomover pela cidade.

Aline Cavalcante, ciclista urbana e integrante do coletivo Pedalinas, é usuária freqüente da ciclofaixa. "Pedalo ali pelo menos duas vezes por mês. Já levei iniciantes e recomendo para todos que me pedem dicas para começar a pedalar na cidade. É um ótimo lugar para começar a ouvir o barulho do asfalto, sentir os carros passando pertinho, perder o medo, ganhar confiança."


Na adaptação a esses novos espaços, podem haver incidentes. O comerciante Alexandre Tamashiro, 37 anos, pedala como meio de transporte e já tomou um tombo feio na ciclofaixa de lazer. "Fui desviar de uma moça que estava em ziguezague, e saí da ciclofaixa. Atropelei o cone e fui para o chão. Bati a cabeça, me ralei bastante, mas não foi nada grave", diz. "O ideal era que ela não pedalasse em ziguezague e que eu estivesse mais devagar", reconhece Alexandre.

O iG falou com ciclistas experientes que deram dicas de etiqueta para aproveitar a bicicleta ao máximo sem sustos e com segurança. "Não podemos transpor o mau comportamento que se tem no trânsito entre carros, para a ciclofaixa, entre bicicletas. Estamos lidando diretamente com o corpo das pessoas, diferentemente do carro que possui uma carcaça que protege o condutor", reforça Aline.

Por isso, revise a bike e siga as dicas para cair no asfalto:

- É fundamental prestar atenção e sempre evitar movimentos bruscos. "Fique atento à aproximação de outros ciclistas e seja sempre gentil: agradecer, pedir licença, pedir desculpas caso cometa alguma falha", recomenda Aline.

- Não existe uma velocidade padrão. "O ideal é acompanhar o fluxo, sem ir nem muito acima nem abaixo do ritmo de quem está próximo", diz o ciclista Rafael Marcos de Moura Donato, assessor técnico da Secretaria Municipal de Esportes da prefeitura de São Paulo

- Quem quer fazer um treino de velocidade deve considerar outros locais. "Há muita gente de todas as idades circulando. Quanto maior a velocidade, maior o risco de causar um acidente grave", lembra Aline. Boas opções para quem quer treinar são usar a via cedo, quando ela está mais vazia, a Ciclovia da Marginal do Pinheiros, ou se juntar aos pelotões que treinam em estrada ou na Cidade Universitária

- Ao ultrapassar, o ciclista deve sinalizar. "Vale buzina ou voz, ou um apito bem levinho, para não assustar", explica Rafael. Use expressões como "com licença", "passando pela esquerda" ou "passando pela direita". "É muito chato quando um ciclista te ultrapassa tirando fina, sem avisar e colocando todos em risco", diz Aline.


Nunca pare sem avisar! "Tire uma mão do guidão, e faça o gesto de subir e descer a mão, para indicar que está reduzindo", orienta Rafael. Evite atrapalhar o fluxo para atender o celular e resolva qualquer problema na bike no canteiro central

- Não tem problema pedalar em pares, desde que não travem a passagem, explicam os especialistas. "Deixe sempre espaço do lado e preste atenção nos avisos das pessoas", orienta Aline. "Ao perceber que alguém quer ultrapassar, fique em fila única", completa Rafael. "Quando for ultrapassar uma dupla, avise se vai pelo canto ou pelo meio - para que as pessoas mantenham suas posições e não façam movimentos bruscos!", diz Aline.

- Em família, a composição ideal é os mais velhos abram e fechem a fila, deixando crianças no meio, em fila indiana. Oriente os pequenos a sinalizar também

- Evite correr a pé nas vidas destinadas à bicicleta. "Como as velocidades são muito diferentes, o risco de acidentes é maior. Se tem tantos lugares para correr, por que entrar no lugar exclusivo para bicicleta?", questiona Rafael.

- "Contramão na ciclofaixa, nem para ultrapassar. O risco de acidente é muito alto", afirma o consultor.

- Fones de ouvido não são proibidos, mas não são recomendáveis. "Atrapalha a percepção, você não percebe quem está pedindo passagem", diz Rafael.

Seleção brasileira espera melhorar o desempenho na segunda etapa da Copa do Mundo de Pista


Seleção viaja para a Colômbia nesta sexta-feira


A delegação da Seleção Brasileira de Pista, composta por onze atletas, embarcará nesta sexta-feira (25) com destino a Cali, na Colômbia, para disputar a segunda etapa da Copa do Mundo de Pista, uma das principais competições do calendário internacional. A seleção buscará melhorar seus resultados obtidos na primeira etapa, realizada no Cazaquistão.

"Em Astana participamos com três atletas muito jovens que, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de competir em uma Copa do Mundo. Nesta segunda etapa estaremos representados com onze atletas e vamos trabalhar duro para conquistar bons resultados", disse Emerson Silva, auxiliar técnico da Seleção Brasileira de Pista.

Flavio Cipriano, Caio Moretto, Dieferson Borges, Armando “Piá” Camargo, Robson “Grandão” Dias, Luiz Carlos Amorin e Tiago Nardin serão os representantes da seleção masculina e o quarteto formado por Sumaia Ribeiro, Janildes Fernandes, Uenia Fernandes e Clemilda Fernandes completam, pelo feminino, a esquadra verde e amarela.

A segunda etapa da Copa do Mundo de Pista contará com a participação de 47 seleções e 15 equipes, que iniciarão suas atividades a partir do dia 1 de dezembro, no velódromo Alvides Nieto Patiño.

A 3ª e a 4ª etapas da Copa do Mundo de Pista serão realizadas em Pequim e Londres, nos dias 15 de janeiro e 19 de fevereiro, respectivamente.

Italiano pede que Federação Italiana o convença sobre motivo de veto de sua participação dos campeonatos italiano e mundial


Basso exige uma resposta da FCI


Ivan Basso (Liquigas-Cannondale) voltou a demonstrar insatisfação em relação à Federação Ciclística Italiana, que impede os atletas que um dia foram suspensos por doping de disputarem o Campeonato Italiano e o Campeonato Mundial pela seleção da Itália. O atleta, que em 2007 admitiu ter ido ao consultório médico do Dr. Eufemiano Puentes - médico envolvido na Operação Puerto - para realizar uma transfusão de sangue, visando melhorar sua performance nas provas, deseja poder competir novamente por sua seleção e cobra explicações da Federação.

“Mandarei uma carta à Federação. Não poder disputar mais o Campeonato Italiano e o Campeonato Mundial me entristece muito. É difícil de explicar, mas também tenho que compreender algumas coisas e penso muito sobre isto. Fazer mal ao esporte é algo que me envergonha, no entanto, após ter sofrido a minha pena, me baseei em três princípios para tentar me redimir: honestidade, lealdade e transparência e agora eu gostaria de entender porque a Federação me nega o direito de competir destas duas provas. Eu acho que eles me devem explicações e devem ser muito convincentes para conseguirem me fazer entender que será melhor para o esporte o meu afastamento. Caso isto ocorra, entenderei perfeitamente e me retirarei, no entanto, o ciclismo necessita de credibilidade e clareza e eu gostaria que fossem claros comigo, sem precisar haver nenhum tipo de confusão”, disse Basso.

O capitão da Liquigas foi questionado se ele tem iria discutir esse caso na Justiça, mas o ciclista negou ter esta intenção. “Não preciso de um advogado, eu só gostaria que eles me explicassem racionalmente a causa de meu afastamento dessas provas. Assumi meu erro e paguei por ele, mas agora estou de volta, sigo uma vida regrada e tenho chances de vencer”, concluiu o atleta. Assim como Basso, Michele Scarponi, Alessandro Petacchi, Danilo Di Luca e Davide Rebellin são outros grandes nomes italianos que sofrem com a punição dada pela FCI.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Português vence Desafio Internacional de Ciclismo

Luis Leão Pinto completou 220 km de percurso, de Jaramataia a Maceió, meia hora à frente do 2º colocado.

Superação. Eis a palavra capaz de definir a oitava edição do Desafio Internacional de Ciclismo, competição que reuniu mais de 340 participantes, distribuídos em duas formas de disputa, com percursos de 120 km e 230 km. Neste domingo (13), encerrando o desafio, foi a vez de 69 ciclistas percorrerem trechos que misturavam barro e asfalto, cortando municípios como Arapiraca e São Miguel dos Campos, até cruzarem a linha de chegada no bairro de Jaraguá, em Maceió. O grande campeão, na categoria Open Masculino, foi o português Luis Leão Pinto.

Campeão europeu, Luiz concluiu o trajeto com o tempo de 7:24:58, 31 minutos à frente do segundo colocado, o goiano Rodrigo Nunes, que suou a camisa para superar três adversários que cruzaram a linha de chegada praticamente iguais. À reportagem da Gazetaweb, o ciclista português elogiou a organização da prova e revelou que a parte final ‘é sempre a mais complicada’.

“Estou muito feliz pela vitória numa competição do mais alto nível. Tive um apoio impressionante dessa galera brasileira. Foi um prazer imenso competir mais uma vez na terra de um povo irmão, e agora espero voltar para curtir férias em Maceió”, disse o vencedor, que faturou ainda cinco metas volantes - que compreendem trechos específicos do percurso, cada qual com premiação de R$ 200.

Com isso, Luis Pinto retornou para a Europa com mais de R$ 10 mil na bagagem como premiação, garantindo que também marcará presença na próxima edição do evento. Já Rodrigo Nunes, brasileiro de melhor colocação na prova, disse que competir em Maceió foi um privilégio. “Eu nem viria. Consegui recurso de última hora e comprei a passagem. Foi muito bom disputar entre tantas feras e ainda conseguir a segunda posição, já que estou neste esporte há pouco mais de um ano”, comentou o ciclista goiano – que completou a prova com 7:55:01 –, acrescentando que o trecho mais adverso do percurso foi o dos canaviais.

“Nunca vi tanta cana. Se você for fraco psicologicamente, acaba ficando no meio do caminho. Pensei que nunca mais sairia dali”, brincou o competidor, revelando ainda que o segredo está na constante hidratação ao longo do percurso, evitando assim desgaste desnecessário.

O brasiliense Josemberg Montoya, terceiro colocado, cruzou a linha de chegada somente 19 centésimos de segundo atrás de Rodrigo. “Eu já estava ficando louco. Mas foi um percurso belo, impressionante”, resumiu o competidor, tendo sido complementado pelo paraibano Sharlys Silva, que ficou em quarto lugar. “Comer alguma coisa, tomar banho e dormir é tudo o que desejo agora”, desabafou o ciclista natural de Campinha Grande, que completou o trajeto com o tempo de 07:55:01:42.

E fechando o pódio, outro estrangeiro, o costarriquenho Alexander Sanches ficou com a quarta colocação, somente três centésimos depois do terceiro colocado, em disputa que levou o público ao delírio na reta final, já na Avenida da Paz, em Maceió.

Para Eguiberto Pedro, da comissão organizadora, o desafio ‘foi um sucesso total’.

“Foi muito gratificante poder ver um atleta diferenciado como o Luis Pinto, presenciando sua alegria, vendo-o saltitante. Já estou sonhando com a próxima edição, ainda mais competitiva”, comentou Eguiberto, acrescentando que a pretensão é a de que mais de 500 pessoas participem do Desafio em 2012. “Tivemos duzentos inscritos no ano passado. Ou seja, a disputa está cada vez mais forte,”, emendou o também membro da Associação Alagoana de Ciclismo (AAC).

Outro que não escondeu a satisfação em conseguir completar o percurso foi o pernambucano Cícero Márcio da Silva, que ficou com a sexta colocação, tendo raspado os pêlos do peito para sinalizar que participara do Desafio pela quarta vez. “Corro há oito anos porque decidi dar continuidade à tradição de meu pai. Foi superação do início ao fim”, disse o competidor, que não tem apoio no estado vizinho e que já começa a buscar patrocínio em Alagoas. “Viria com o maior prazer”, assegurou Cícero, cuja bicicleta – adaptada à diversidade de terrenos que compõem a disputa – custa mais de R$ 20 mil.

O Desafio Internacional de Ciclismo foi uma promoção da Braskem, Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Social do Comércio (SESC), Governo do Estado e Organização Arnon de Mello (OAM), com o apoio das prefeituras de Marechal Deodoro, Maceió e Limoeiro de Anadia.

Equipe e ciclista russo estão em fases finais de negociação para 2012


Katusha deve contratar russo em breve

Denis Menchov afirmou nesta quinta-feira (17) ao jornal Moscou News que seu acordo com a Katusha está prestes a ser concretizado. O ciclista, duas vezes campeão da Vuelta a España e uma do Giro d’Italia, será o líder da esquadra nas grandes voltas, ao lado de Joaquim Rodriguez, que deve disputar o Giro d’Italia e a Vuelta a España em 2012, deixando o Tour para Menchov.

As negociações, segundo Menchov, estão fluindo bem para os dois lados. “A contratação pode ser concretizada a qualquer instante, pois a Katusha está muito interessada e eu também estou, como já disse várias vezes. Creio que esta seja a decisão correta a ser tomada para mim e representa o melhor para a minha carreira. Porém, nem tudo depende de mim e, pessoalmente, estou pronto e quase confirmado para integrar o time. Já discutimos todos os aspectos fundamentais do contrato, mas agora tudo depende deles”, afirmou o atleta, que deixou evidente a sua vontade de competir pela Katusha.

O russo, que em 2011 defendeu as cores da Geox-TMC, concluiu falando sobre sua próxima temporada. “Até o final de novembro pretendo estar em boas condições físicas para então começar a me empenhar em treinos mais intensos. Quero chegar no início de 2012 com o melhor condicionamento físico possível e não descarto a possibilidade de disputar os Jogos Olímpicos de Londres”, afirmou o 8º colocado do Giro e 5º na grande volta espanhola deste ano, vencida por seu companheiro de equipe Juan Jose Cobo.

Menchov havia declarado também que gostaria de seguir em 2012 na mesma esquadra de Mauricio Ardila e Dmitriy Kozontchuk, no entanto, isto não será possível devido aos problemas ocorridos na Geox-TMC ao final desta temporada, decorrentes da falta de patrocínio da equipe – a Geox anunciou sua saída no mês de outubro, quando as equipes já encerravam sua cota de negociações e possuiam poucas vagas em seus plantéis. Enquanto o futuro de Kozontchuk segue com futuro incerto, Ardila assinou contrato com a Coldeportes-Colombia.

Cidade de Américo Brasiliense sediará a penúltima etapa da prova neste domingo


Elton Pedrozo vence na Elite-A na 13ª etapa


A 14ª e penúltima etapa da Copa São Paulo de Ciclismo 2011 será realizada no próximo domingo (20), na cidade de Américo Brasiliense, próxima a Araraquara. A prova terá início às 9 horas e será realizada em um circuito de 2,4 quilômetros de extensão, sendo que cada categoria tem um tempo limite para realizar a competição.

O circuito será predominantemente plano, apesar de contar com algumas subidas e descidas. Participarão da prova, ao todo, 12 categorias oficiais, divididas em quatro baterias. Equipes de várias regiões de São Paulo, do triângulo mineiro e do sudoeste de Minas Gerais estão sendo aguardadas para a prova, que premiará em dinheiro os três primeiros colocados da Categoria Elite-A (principal).

A expectativa para a etapa é de uma disputa acirrada em todas as categorias, uma vez que, embora seja o penúltimo estágio da Copa, muitos pontos ainda estão em disputa. Os ciclistas e equipes estão brigando por melhores colocações no ranking, principalmente na classificação geral por equipes, na cidade, que pela primeira vez sedia um evento oficial de ciclismo, vinculado à Federação Paulista de Ciclismo.

Três categorias extraoficiais, abertas apenas aos ciclistas estreantes de Américo e da região, também farão parte da competição. Para estes atletas, a taxa de inscrição será gratuita e a prova poderá ser disputada com qualquer tipo de bicicletas. Haverá também um Passeio Ciclístico, a partir das 8h, com saída defronte ao Ginásio de Esportes e chegada na Praça do Cruzeiro, local de concentração da etapa, aberto para toda a população.

As categorias da Copa São Paulo:

Feminino - Idade Livre
Infantil Masculino – Até 12 anos
Juvenil – 13 a 15 anos
Juvenil Feminino – Até 15 anos
Junior – 16 a 18 anos
Elite A – 19 anos acima (Critério técnico)
Elite B – 20 a 29 anos (Sub 23 + Sub 30 FPC)
Senior A – 30 a 39 anos
Senior B – 40 a 49 anos
Master A – 50 a 59 anos
Master B – 60 anos em diante
Mountain Bike – Idade Livre

Ordem das largadas:

9h – Senior A, Junior, Juvenil, Infantil
10h – Iniciantes da cidade de A. Brasiliense (1 volta)
10h15 – Elite B, Mountain Bike, Masters A e B (juntos)
10h20 – Elite A, Senior B, Feminino, Juvenil Feminino

João Schwindt e Soelito Gohr conquistam ouro e prata em Guadalajara


Gohr e Schwindt no pódio, em Guadalajara


Os paraciclistas João Schwindt e Soelito Gohr brilharam em Guadalajara, no México, nesta quarta-feira (16) e conquistaram a medalha de ouro e prata, respectivamente, na prova de perseguição individual. A prova, válida pela categoria C (C4-C5) e foi a última realizada no velódromo Parapan-Americano.

A dobradinha foi conquistada na prova de 4 quilômetros, onde João Schwindt sagrou-se campeão, com o tempo de 4min47s956 e Soelito Gohr buscou a segunda colocação, com o tempo de 4min53s343. O colombiano Diego Dueñas, por sua vez, ficou com o bronze, após vencer a disputa de 3º lugar da prova em 4min48s893.

Toda a superioridade dos brasileiros perante seus adversários foi exibida ainda na etapa classificatória da prova, onde conquistaram os dois primeiros lugares, se classificando para a etapa final e já garantindo duas medalhas para o Brasil.

As brasileiras da categoria "B" - destinada a atletas com deficiência visual que competem com uma bicicleta tandem -, Nelma Raizer (piloto-guia) e Marleide Silva (para-atleta) finalizaram a prova de contrarrelógio na quarta colocação, após percorrerem o trajeto de 1 quilômetro, com o tempo de 1min29s651. O ouro foi para Robbi Weldon e Marie Molnar, do Canadá, a prata ficou com Karissa Whitsell e Lisa Turnbull, dos Estados Unidos e o bronze ficou nas mãos de Lidia Britos e Alejandra Alliegro, da Argentina.

O Brasil competirá a prova de estrada no próximo dia 19 e novamente terá grandes chances de medalha com a dupla formada por Soelito Gohr - bicampeão mundial de estrada na Itália e no Canadá (2009 e 2010) - e João Schwindt - prata no Mundial da Dinamarca (2011) e ouro na Copa do Mundo no Canadá (2011).

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dupla desembarcará no país para disputar a Volta de São Luis entre os dias 23 e 29 de janeiro


Contador e Nibali na América do Sul em janeiro


Alberto Contador (Saxo Bank) confirmou ao site Biciciclismo, nesta quarta-feira (9), que participará da Volta de São Luis, na Argentina. A prova será realizada entre os dias 23 e 29 de janeiro da próxima temporada. Esta será a primeira vez que o ciclista irá competir na prova argentina, que tradicionalmente tem em sua lista de inscritos conta com, além de equipes da América do Sul, grandes nomes do ciclismo mundial

A publicação confirmou não apenas a presença do tricampeão do Tour de France, mas também de Vincenzo Nibali (Liquigas-Cannondale), campeão da Vuelta a España de 2010. O espanhol e o italiano serão as duas maiores atrações da competição, que contará com representantes de mais três equipes Pro Tour. Os dois poderão reeditar os grandes duelos vividos no Giro d’Italia deste ano, que teve Contador como campeão e Nibali em terceiro.

Além das já citadas Saxo Bank e Liquigas-Cannondale, a Movistar, a AG2R-La Mondiale e a QuickStep também farão parte do pelotão formado na América do Sul no início do ano que vem, no entanto, resta a Contador saber se será absolvido pelo Tribunal Arbitral do Esport (TAS).

El Pistolero, como é conhecido, foi acusado por ter sido encontrada uma pequena quantidade de clembuterol em uma amostra de sangue coletada em um exame antidoping realizado durante o Tour de France 2010 e será julgado entre o dia 21 e 24 deste mês. O julgamento pode render uma suspensão ao ciclista e a perda do título da grande volta francesa ou a liberação do mesmo para iniciar a temporada de 2012 com a prova argentina.

Nibali, por sua vez, desembarcará na Argentina com a intenção de conquistar novamente o título da prova – ele foi o campeão em 2010.

Campeão mundial de estrada planeja disputar sequência de provas com atletas da Sky e seleção britânica


Cavendish volta às pistas em 2011


O campeão mundial de estrada Mark Cavendish competirá a próxima etapa da Revolution Series, no velódromo de Manchester, após passar dois anos e meio sem disputar nenhuma prova de pista. O ciclista retomou os treinos nesta semana e anunciou nesta quarta-feira (9) que buscará a conquista no dia 19 de novembro.

A prova, ao que parece, será a primeira de uma série de competições de pista a serem disputadas pelo ciclista da Ilha de Man, que contará com a participação de alguns companheiros de seleção, além de alguns atletas da Sky, seus futuros companheiros de equipe, como como Pete Kennaugh, Alex Dowsett e Geraint Thomas, campeão olímpico de perseguição por equipes em Pequim.

“Mark chegou a disputar a Revolution regularmente há alguns anos, portanto, é fantástico tê-lo de volta, agora como campeão mundial. Ele passou por uma temporada fantástica na estrada e a Revolution recepcionará Cav como um herói, proporcionando uma tarde especial”, declarou James Pope, um dos organizadores do evento.

Outra curiosidade sobre a disputa é que será a última de Cavendish como integrante da HTC-Highroad, que fechará as portas ao final desta temporada e proporcionará o ingresso do ciclista na Sky.

Dono da camisa verde do Tour de France, o atleta possui um belo histórico em provas de pista. O britânico venceu o Mundial em 2005 e 2008, além do título nos Jogos de Commonwealth em 2006 e da disputa por pontos no Campeonato Europeu de 2005.

Prova acontece no próximo dia 27 de novembro em Rio do Sul (SC)





Em um mês com algumas das mais tradicionais provas para o público amador, o mês de novembro termina com a 5ª edição do Desafio Márcio May, que acontece no próximo dia 27 na cidade de Rio do Sul (Santa Catarina).

Seguindo uma tradição da competição, o percurso será misto, iniciando e terminando em terreno plano, incluindo trechos em montanha. Vale ressaltar que, com o objetivo de abrir possibilidades a todos os amantes de ciclismo, totalizando 84 km para Ciclismo, 60 km para o Mountain Bike e 46 km para as categorias Ciclismo e Mountain Bike Light.

O circuito terá largada no o centro da cidade de Rio do Sul, em frente ao posto Seola na Alameda Aristiliano Ramos, passando por Lontras, Presidente Nereu e retornando novamente para Rio do Sul. A expectativa é que cerca de 600 pessoas participem da prova.

A cidade de Rio do Sul será homenageada pela organização, já que foi devastada pela enchente no mês de setembro. A camisa que os atletas receberão no kit tem as cores da bandeira da cidade.

Fischer presente
Campeão na última edição do evento, o também catarinense Murilo Fischer (Garmin-Cervélo) confirmou sua presença na edição deste final de ano. Bicampeão brasileiro, Fischer foi o melhor na categoria Estrada, enquanto D iego Roberto Gabrilowiski venceu no Mountain Bike.

Inscrições
De 01 de outubro a 10 de novembro o valor será de R$ 100,00

De 11 a 22 de novembro o valor será de R$ 110,00

As inscrições devem ser feitas no site oficialdo Desafio Marcio May.

Depois de um ano com os profissionais, marca italiana apresenta dois grupos eletrônicos ao mercado




A Campagnolo apresentou nesta terça-feira (8) a aguardada versão eletrônica da marca. Não apenas um, mas dois grupos eletrônicos: o Record EPS (Eletronic Power Shift) e o Super Record EPS. Os dois grupos têm exatamente o mesmo sistema, mas apresentam ligeiras diferenças quanto ao peso e à performance, assim como suas respectivas versões mecânicas.

Para concorrer com os também eletrônicos Shimano Dura-Ace e Ultegra Di2, a Campagnolo assegura que seus produtos são confiáveis e bastante fiéis aos comandos dos ciclistas, além de oferecer aos ciclistas um sistema de troca de marchas versátil, com uma alavanca que se parece muito com o manete tradicional.

As características principais são quase iguais ao sistema adotado pela Shimano, onde as alavancas transmitem um sinal a um “cérebro” central que coordena todo o mecanismo, no entanto, os grupos eletrônicos Campagnolo oferecem uma resposta muito rápida aos estímulos provenientes dos ciclistas, além de uma fácil adaptação por parte do consumidor, por conta da semelhança do produto com um dispositivo mecânico, com o gatilho para os polegares localizado mais para baixo.

Uma diferença do novo sistema é que a troca de todas as marchas da relação com apenas um toque. A empresa afirma que essa passagem da maior para a menor das onze cassete demora ao todo 1,5s. Hoje, no sistema mecânico, um toque pode descer a corrente até três cassetes e subir até cinco com apenas um movimento.

Assim como Di2, no entanto, os EPS não necessitarão de regulagem após a configuração inicial. Ao contrário das fibras convencionais, cujo desempenho pode mudar ao longo do tempo, os sinais digitais EPS serão gravados permanentemente para um desempenho mais previsível e para uma manutenção reduzida.

Além disso, existem diferenças entre os componentes de suporte mecânico, que são os mesmos encontrados quando se comparam os grupos mecânicos. Uma das diferenças maiores quanto ao desempenho é relativo ao uso de rolamentos de cerâmica no Super Record Campagnolo, enquanto o Record emprega os rolamentos USB.

O grupo completo pesa 2,2 kg na versão Record EPS, que deve ter um custo similar ao Dura-Ace Di2, e 2,1 kg na versão Super Record EPS

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Disputa acirrada agitou o Campeonato Paranaense de Pista 2011
Competição contou pontos para o ranking brasileiro

A última etapa do Campeonato Paranaense de Pista 2011 foi realizada na sexta-feira (28), no velódromo de Curitiba e somou pontos importantes para o ranking brasileiro. O evento foi a última competição de Pista do calendário nacional, encerrando a temporada 2011.

Atletas de todo o país compareceram em peso para disputar a prova, que foi utilizada como preparação para os “Jogos Abertos”, que são realizados no mês de novembro, em diversos estados do Brasil.

O Campeonato Paranaense de Pista 2011 foi composto por seis etapas, todas elas valendo pontos para o ranking nacional, provocando um grande diferencial e incentivando muito o interesse pela disciplina, não só no Paraná, como em todo o Brasil.

A organizadora do evento, Monica Braga, esta satisfeita com os resultados obtidos em 2011 e promete novidades para a próxima temporada.

“Apesar de todas as dificuldades enfrentadas, fizemos um balanço super positivo este ano. Organizamos seis etapas no Campeonato Paranaense e todas fizeram parte do ranking brasileiro, reunindo os melhores ciclistas do Brasil no estado do Paraná. Com o final da temporada já estamos planejando o campeonato de 2012, e gostaria de adiantar que estaremos com grandes novidades” comentou Monica.

Apesar do alto nível técnico entre os ciclistas, o maior adversário foi a forte chuva que não descansou enquanto acontecia as provas no Velódromo. Entre os atletas da Elite Masculina o destaque ficou para o jovem ciclista Cristian Egidio (Dataro), que venceu as provas de Perseguição Individual, Scratch e Omnium. Aparecendo como um dos ciclistas mais regulares durante a competição.

Na disputa da categoria feminino quem se destacou foi a atleta Rayane Silveira (A.A.T/Fespar), subindo ao pódio em todas as provas disputadas e chegando em primeiro lugar na Perseguição Individual e na Scratch.

As provas de Velocidade Individual para a categoria Junior foram adiadas devido à forte chuva e serão realizadas no dia 19 de novembro, também no velódromo de Curitiba.

Vídeo

Confira os resultados:

Velocidade Individual / Masculino Elite

Campeão – Carlos Bueno (Funvic)

KM / Masculino Elite

Campeão - Davi Romeo (GF Ciclismo)

KM / Masculino Junior

Campeão – Eduardo Euzébio (Hidropel)

Perseguição Individual / Masculino Elite

Campeão – Cristian Egidio (Dataro)

Perseguição Individual / Masculino Junior

Campeão – Eduardo Euzébio (Hidropel)

Scratch / Masculino Elite

Campeão – Cristian Egidio (Dataro)

Scratch / Masculino Junior

Campeão – Eduardo Euzébio (Hidropel)

Velocidade Por Equipe / Masculino Elite

Campeão – Funvic – Carlos Bueno/Alex Arseno/Salomão Ferreira

Ominium / Masculino Elite

Campeão – Cristian Egidio (Dataro)

Velocidade 200m / Feminino Elite

Campeã – Ana Rafaela (Indaiatuba)

Velocidade 500m / Feminino Elite

Campeã – Ana Rafaela (Indaiatuba)

Perseguição Individual / Feminino Elite

Campeã – Rayane Silveira (A.A.T./Fespar)

Scratch / Feminino Elite

Campeã – Rayane Silveira (A.A.T./Fespar)

Rodrigo Mello e Lorraine Tibursky conquistam a 42ª edição dos 100km de Brasília

Rodrigo Mello e Lorraine Tibursky conquistam a 42ª edição dos 100km de Brasília
Competição contou pontos para o ranking nacional e reuniu cerca de 200 atletas na capital federal

O ciclista goiano Rodrigo Mello, da equipe Dataro de Curitiba, faturou neste domingo (06), o título da 42ª edição dos 100km de Brasília, competição válida pelo ranking nacional que reuniu cerca de 200 atletas na capital federal.

Considerada uma das provas mais tradicionais do calendário brasileiro, os 100km de Brasília, mais uma vez surpreendeu seus participantes. O circuito de 2.500m montado no “Eixão Sul” foi o grande diferencial da prova, que antes era realizada na Esplanada dos Ministérios.

Na Elite Masculina os atletas tinham que pedalar por 40 voltas enfrentado o sol forte e o clima seco de Brasília. Mesmo com todas essas adversidades o ritmo foi alucinante desde o inicio. Em poucos quilômetros o pelotão principal já estava dividido em vários grupos.

Após percorrerem metade da competição, nove ciclistas se firmaram na liderança e resolveram trabalhar em revezamento, chegando a colocar uma diferença superior a dois minutos para o grupo perseguidor.

No sprint final, o ciclista goiano Rodrigo Mello (Dataro) levou a melhor, superando o paulista Bruno Alves (Altolim-Assis), e o carioca Fabiele Motta (FW-Engenharia), segundo e terceiro colocados respectivamente. O melhor de Brasília foi Josemberg Nunes, da equipe Tabu, que terminou na 4ª colocação.

“Esta competição é uma das provas mais tradicionais do Brasil, me preparei muito e estava focado nesta vitória, que serviu também de preparação para os Jogos do Paraná e Copa da Republica que serão meus próximos objetivos” frisou o campeão Rodrigo Mello.

Atual líder do ranking nacional, Eriberto Medeiros também esteve presente na competição, o atleta foi o vencedor da prova em 2010 e este ano procurou defender seu título, mas enfrentou uma marcação serrada dos principais adversários, finalizando na 9ª colocação.

“Meu principal objetivo seria conquistar pontos para o ranking nacional, sabia que a marcação seria forte, e a prova acabou sendo decidida em uma fuga. De qualquer forma estou muito feliz, e com estes pontos conquistados consegui aumentar minha vantagem para o segundo colocado do ranking brasileiro”, comentou Eriberto.

Na disputa da Elite Feminina, a brasiliense Lorraine Tibursky (Ciclo Race), foi a primeira a completar o percurso (1h de prova), vencendo também no sprint final. No segundo lugar terminou Fernanda Caetano (NeoNutry) e em terceiro Lucineide Amelia (Dataro).

Classificações:

Elite Masculina

1- Rodrigo Mello (Dataro)
2- Bruno Alves (Altolim-Assis)
3- Fabiele Motta (FW-Engenharia)
4- Josemberg Nunes (TABU)
5- Alton Barros (Promove)

Elite Feminina

1- Lorraine Tibursky (Ciclo Race)
2- Fernanda Caetano (Neonutry)
3- Lucineide Amelia (Dataro)
4- Juliana Machado (Miroir)
5- Patricia Steicy (Avulso)

Juvenil

1- Filipe Miranda (Marcelo Rocha)
2- Lucas Rebeque (Fenix)
3- Lucas Ribeiro (Bike Point)

Infanto-Juvenil

1- Thiago Hikaru (Avulso)
2- Gabriel Gonçalves (Bike Tech)
3- José Nathan (Avulso)

Junior

1- Samuel Vaz (Icesp)
2- Mateus Gonçalves (Bike Tech)
3- Sandro Santyago (Avulso)

Sub-30

1- Jean Almeida (Avulso)
2- Daniel Moretti (Complex-Metrolink)
3- Henrique Bernardes (Ciclo Race)

Máster A

1- Helder Fernandes (Lazzaretti)
2- Kerman Henrique (Complex)
3- Marconi Ribeiro (Ciclo Race)

Máster B

1- Francisco Belo (Genes Bike)
2- José Luiz (Inclub-DF)
3- Gildo Moreira (Alfa)

Máster C

1- Marconi Costerus (Ciclo Race)
2- Orivaldo Coutinho (Marcelo Rocha)
3- Marco Antonio (Casa & CIA)

Open

1- Daniel Maia (Avulso)
2- Sergio Moura (Marcelo Rocha)
3- Gustavo Leão (k2-Academia)

Em breve resultados completos...

Resultado do Campeonato Mineiro de ciclismo

RESULTADO CAMPEONATO MINEIRO (SPEED)
Resultado Etapa Barro Preto

MASTER A1
1º: Alysson S. Trindade
2º: Diego Juan
3º: Junior Tomaz
4º: Marcos Ramos

MASTER A2
1º: Ernani de Souza

PARADESPORTISTA
1º: Athos M. Costa
2º: Mauricio Sá
3º: Vitorio Paulino
4º: Gustavo Reis

MTB STREET
1º: Mike Willian
2º: Jean Carlos
3º: Dione Marcos
4º: Gabriel Carlos
5º: Angelo Mohallhen

OPEN
1º: Rogerio Vaz Melo
2º: Marcos Valenti
3º: Claudio Andrade

ELITE MASCULINO
1º: Marcos Souza

ELITE FEMININO
1º: Leticia Jaqueline

MASTER C
1º: Antonio Tadeu

1° GP de ciclismo de Conselheiro Lafaiete

terça-feira, 1 de novembro de 2011

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Em entrevista exclusiva, Otávio Bulgarelli admite provável retorno ao Brasil em 2012


Bulgarelli no Tour da Malásia


O retorno ao Brasil está quase certo. Pelo menos é o que deu a entender o ciclista Otavio Bulgarelli, de 27 anos. Com contrato com a equipe ProContinental Farnese Vini até 31 de dezembro, o ciclista mineiro não deve renovar seu vínculo com os italianos para a temporada 2012.

Em entrevista ao Prólogo, Bulgarelli, que após defender a seleção brasileira no Mundial da Dinamarca entrou de férias, admitiu que dificilmente permanecerá no continente europeu no próximo ano. Com sondagens de muitas equipes nacionais, a tendência é que defenda as cores de um time de primeiro escalão em solo brasileiro.

O objetivo, de acordo com ele, é simples: voltar a sonhar com vitórias e ter mais preponderância dentro do plantel da sua provável e nova esquadra - algo longe da sua perspectiva no ano, onde foi um dos gregários da Farnese-Vini no ProTour.

Prólogo: Já está de férias. Tem definido seu futuro?
Otavio Bulgarelli : Planos são muitos, mas não tenho nada definido. Semana retrasada estive acompanhando a Volta de São Paulo e conversei com alguns dirigentes. Posso afirmar que recebi alguns convites e boas propostas para voltar a correr no Brasil, mas nada de concreto. Como na Farnese eu continuaria na mesma posição, ou seja, gregário, acabei pensando nessa idéia e tive um bom retorno. Fiquei satisfeito com algumas conversas e vou aguardar. Tomara que até o dia 10 tudo esteja definido.

P: Sua permanência na Europa já é descartada?
O.B: Fiz uma contraproposta referente às ofertas vindas daqui (Brasil). Caso aceitem, é muito difícil que eu volte. Não estou disposto a permanecer na Europa se continuar com pouco reconhecimento.

P: Está infeliz na Farnese?
O.B: No inicio estava muito feliz. Cheguei empolgado e disposto. Pensei que cresceria dentro do time e seria reconhecido. Mas não foi isso o que aconteceu ao longo do ano, infelizmente. Isso foi um fator influente.

P: A chegada do Andriato não pode se tornar um alicerce?
O.B: A chegada dele será muito boa – para ele e para a equipe. É um novo momento na carreira dele. Um passo a mais. Seria interessante dois brasileiros na mesma equipe lá fora, mas para continuar do jeito que está prefiro voltar ao Brasil e ter a oportunidade de me tornar líder de uma equipe e voltar a ganhar corridas.

P: Não vê esse retorno como um retrocesso na carreira?
O.B: Um pouco, mas tenho que ser realista, não posso viver de sonho. É claro que o sonho maior de correr um Tour de France ou um Giro d´Italia vai ficar muito mais longe, mas tenho certeza que serei mais feliz se voltar a ganhar corridas e ter um reconhecimento maior dentro da equipe. O ciclismo nacional tem crescido. Aposto muito no Tour do Rio, que futuramente pode virar 2.1 e ser uma volta do nível do Tour de San Luis. Teremos os Jogos Olímpicos aqui, em 2016. Acredito muito em um crescimento no esporte brasileiro nos próximos anos.

P: Conseguiu tirar muitas lições dessa passagem na carreira?
O.B: Sem dúvida. Foram dois anos na Itália ( passou pela diletante MGKvis em 2010). Não me arrependo de nada. Recusei uma proposta da Scott São José dos Campos (equipe ProContinental na época) para alcançar o sonho de correr no ciclismo europeu. Fui atrás do que queria. Ganhava pouco e tinha os custos com aluguel, transporte. Não foi fácil, mas foi um período importante na minha vida.

P: Esse ano não compete mais nem no Brasil em provas amadoras?
O.B: Acredito que não. Estou fazendo treinos leves, mas não planejo nenhuma competição. Tinha combinado com meu técnico que após o Mundial da Dinamarca entraria de férias. E meu foco, no momento, é manter a forma e definir meu futuro. É um assunto complicado e desgastante.

P: O que achou do desempenho do Brasil no Pan?
O.B: É sempre muito difícil opinar. É mais fácil para quem está de fora opinar, mas, pelo lado torcedor, fiquei decepcionado. Criou-se uma expectativa em torno da seleção brasileira, principalmente no Murilo Fischer. Não sei o que aconteceu com ele. Como disse, estou de fora e é difícil opinar. Mas ficou uma pontinha de frustração. Ao menos uma medalha, como no Pan de 2007 com o Luciano Pagliarini, poderia ter vindo. Foi uma pena.